O atacante Gabigol acompanhou de perto a classificação das Cabulosas para as semifinais do Brasileirão Feminino e aproveitou a ocasião para revelar um desejo antigo: trabalhar no futebol feminino depois de encerrar a carreira como jogador.
Durante a visita ao estádio, o camisa 99 destacou sua ligação com a modalidade:
“Desde o Santos eu sempre acompanhei. No Flamengo também foi assim e não seria diferente aqui. Converso muito com elas. Todos sabem que tenho vontade de trabalhar no futebol feminino. Mas está muito cedo, tenho 28 anos, gosto bastante”, afirmou.
No mesmo dia, em entrevista à TV Globo, reforçou a ideia:
“Todo mundo sabe que eu tenho vontade de trabalhar no futebol feminino, para começar. Mas, não sei né?! Está muito cedo ainda, tenho 28 anos, mas realmente eu gosto bastante.”

Relação com o futebol feminino
Desde que chegou ao Cruzeiro, Gabigol mantém uma relação próxima com o elenco feminino. Assim como fazia em seus tempos de Santos e Flamengo, o atacante acompanha treinos e partidas.
No último fim de semana, esteve no camarote ao lado de Lucas Silva, assistindo à vitória histórica que garantiu ao Cruzeiro vaga inédita na semifinal do campeonato. Mais do que presença, o jogador sinaliza que pode atuar futuramente como dirigente ou em funções técnicas, reforçando o apoio à modalidade e sua afinidade com as atletas.
Situação atual no Cruzeiro
Enquanto fora de campo a relação é positiva, dentro de campo Gabigol vive um momento de oscilação. Reserva de Kaio Jorge sob o comando de Leonardo Jardim, soma 11 gols e 4 assistências em 30 partidas na temporada, mas segue como opção secundária.
A comissão técnica avalia que o desempenho do time cai quando Gabigol, Kaio Jorge e Matheus Pereira atuam juntos, o que limita suas oportunidades.
Críticas externas
O desempenho recente também gerou críticas. Vanderlei Luxemburgo, ídolo do Cruzeiro, afirmou no podcast De Jogador pra Jogador que Gabigol “nunca foi esse jogador que todo mundo pensa que ele é”.
Segundo o ex-treinador, o atacante viveu seu auge no Flamengo de Jorge Jesus, mas não conseguiu manter a mesma consistência ao longo da carreira.












